Diabetes tipo 2

O que é diabetes tipo 2?

O Diabetes Tipo 2 é uma doença que atrapalha a forma como o corpo utiliza o açúcar.

Todas as células no nosso corpo necessitam de açúcar para um funcionamento adequado. O açúcar entra nas células com a ajuda de um hormônio chamado insulina. Se não houver insulina em quantidades adequadas ou se o corpo parar de responder à insulina, o nível do açúcar no sangue (glicemia) aumenta. É isso o que acontece com os diabéticos.

Há dois tipos diferentes de diabetes. No diabetes tipo 1, o problema aparece porque o pâncreas não produz mais a quantidade de insulina que o corpo precisa para manter a glicemia normal. No diabetes tipo 2, os problemas podem ser:

  • as células do corpo não respondem à insulina
  • o pâncreas não produz mais a quantidade de insulina que o corpo precisa
  • ambos

Quais são os sintomas do diabetes tipo 2?

O diabetes tipo 2, com muita frequência, não apresenta sintomas.

Quando aparecem sintomas, eles podem ser:

  • necessidade de urinar mais vezes durante o dia e à noite
  • sede intensa
  • embaçamento da visão

Se o diabetes tipo 2 não causa sintomas, por que se preocupar com ele?

Ao longo do tempo, se o diabetes não for diagnosticado e tratado, os problemas das complicações do diabetes aparecem. Pode haver:

  • Infarto do coração
  • Derrame
  • Problemas renais
  • Problemas da visão, ou, até mesmo, cegueira
  • Dores nas mãos ou nos pés
  • Perda sensibilidade nas mãos ou nos pés
  • Aumento do risco de amputação de dedos das mãos ou dos pés

Como saber se alguém tem diabetes?

Pode-se fazer um exame para verificar a quantidade de açúcar no sangue.

Como o diabetes tipo 2 deve ser tratado?

Há medicamentos que ajudam a controlar a glicemia. Há alguns que estimulam o pâncreas a fabricar mais insulina e outros que ajudam a insulina a funcionar melhor. Algumas pessoas precisam da aplicação de insulina.

Em alguns casos, as pessoas com diabetes tipo 2 podem precisar de outros remédios que reduzem os problemas secundários ao diabetes. Como exemplo, alguns medicamentos para reduzir a pressão ajudam a reduzir as chances de infarto do miocárdio e de AVC (derrame).

O cuidado dos pacientes diabéticos não é feito apenas com os medicamentos. Os portadores de diabetes devem fazer atividade física, perder peso, comer de forma correta, não fumar; todas essas medidas ajudarão no cuidado geral, no controle do diabetes e na prevenção das complicações tardias, mantendo os diabéticos mais saudáveis.

Pode-se prevenir o diabetes tipo 2?

Sim. Para reduzir as chances de diabetes tipo 2, a coisa mais importante é o controle do peso. Para quem já é diabético, perder peso ajuda a controlar o controle do diabetes e melhorar a saúde.

Praticar atividade física regularmente também ajuda a evitar o diabetes tipo 2 e ajuda a controlar a doença.

Cálcio e Vitamina D

Por que cálcio e vitamina D são importantes para os ossos?

- Ajudam a manter os ossos fortes
– Previnem fraturas, especialmente dos ossos das vértebras
– Ajudam a manter os dentes saudáveis e fortes

O que pode acontecer se os ossos não estiverem saudáveis?

Quem não tem os ossos saudáveis, pode ter uma doença chamada Osteoporose. Essa doença pode levar os ossos a:
– Tornarem-se finos e fracos
– Quebrarem com maior facilidade – especialmente na coluna (vértebras), quadril, antebraços (próximo ao punho).

Podem ser indicados diferentes tratamentos para a osteoporose, inclusive alguns medicamentos. Mas também é importante incluir na dieta alimentos que sejam ricos em cálcio e vitamina D. Manter a ingestão adequada de cálcio e os níveis adequados de vitamina D é a primeira etapa para prevenir e tratar a osteoporose.

Que comidas e bebidas são ricos em cálcio e vitamina D?

Comidas e bebidas ricos em cálcio são:

- Leite, iogurte, queijo, cottage, sorvete e outros derivados do leite

- Vegetais verdes, como brócolis

- Algumas castanhas e cereais

- Alimentos com adição de cálcio, como sucos, cereais e alimentos com soja

 

Alimentos ricos em vitamina D:

- Leite, suco de laranja ou iogurte com adição de Vitamina D

- Salmão

- Atum enlatado

- Cereais com adição de Vitamina D

- Óleo de fígado de bacalhau

Mas a principal fonte de vitamina D é o SOL. Nosso corpo usa a luz do sol para produzir vitamina D.

O que são suplementos?

Suplementos são comprimidos, cápsulas ou líquidos que possuem nutrientes. É uma outra forma de obter cálcio e/ou vitamina D.

Como saber se há necessidade de usar suplementos?

As pessoas que não consomem a quantidade de cálcio ou de vitamina D na alimentação podem precisar de suplementos.

Converse sempre com seu médico sobre a necessidade do uso de suplementos, sobre a dose adequada e qual o melhor horário para ingeri-los.

Quais são os efeitos colaterais mais comuns dos suplementos de cálcio?

- Obstipação (intestino preso) por redução dos movimentos dos intestinos.

- Dores de estômago

Pode-se reduzir os efeitos colaterais dividindo a dose do cálcio em uma de uma vez ao dia.

Os suplementos de cálcio podem favorecer a formação de cálculos renais em algumas pessoas.

Quanto de Vitamina D nosso corpo precisa por dia?

Isso depende, porque cada pessoa é diferente. Sempre consulte o seu médico para saber qual a dose mais adequada para você.

Síndrome Metabólica

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OMS confirma relação entre açúcar e obesidade e vai divulgar novas medidas – vida – saude – Estadão

OMS confirma relação entre açúcar e obesidade e vai divulgar novas medidas – vida – saude – Estadão.

viaOMS confirma relação entre açúcar e obesidade e vai divulgar novas medidas – vida – saude – Estadão.

 

GENEBRA – A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirma a relação entre o consumo de açúcar e obesidade e vai divulgar, em julho, medidas que espera que governos adotem para reduzir a incidência do problema que já afeta 43 milhões de crianças de menos de 5 anos pelo mundo. O que mais impressiona a entidade é que 75% dessas crianças obesas ou fora do peso estão em países em desenvolvimento, um número que poderá aumentar de forma exponencial até 2020. O tema promete ser polêmico, já que nos últimos dez anos governos como o do Brasil e outros exportadores de açúcar fizeram de tudo para frear qualquer iniciativa da OMS em relação ao consumo de açúcar, alegando que essa não seria a forma de lidar com a obesidade.

Veja também:
link “Ele recusa fruta e prefere macarrão, nuggets e chocolate”, diz mãe

Em 2002, a entidade apresentou um primeiro estudo, sugerindo que seria benéfico a redução do consumo de açúcar, principalmente para as crianças. A recomendação era de que um limite de 10% fosse imposto no consumo de açúcar, no total de energia consumida em média por uma pessoa. A medida foi duramente atacada por lobbies de empresas do setor e contou com a ajuda do governo brasileiro. Diante da pressão, a OMS abandonou seu projeto por anos e passou a atacar a obesidade por outras dimensões.

Agora, a OMS quer usar uma estratégia científica para fazer avançar uma vez mais a agenda. Em dezembro de 2012, um primeiro artigo científico foi publicado em conjunto pela OMS e pelo British Medical Journal. A constatação foi de que existia de fato uma correlação entre uma pessoa acima do peso, obesidade e o consumo de açúcar daquele indivíduo. “Claro que existem outros fatores na dieta alimentar de uma pessoa”, explicou Francesco Branca, diretor do Departamento de Nutrição da OMS. “Mas a correlação ficou clara”, disse.

Tema controvertido. O próximo passo será o de usar esse estudo científico para justamente justificar uma série de recomendações que serão colocadas para o debate em julho pela OMS. Segundo Branca, as propostas vão desde retirar de escolas a venda de refrigerantes – substituindo a bebida por água – até a elevação de impostos sobre certos produtos considerados como tendo uma taxa de açúcar elevada. “Isso já ocorre na Suécia e na Hungria”, destacou o especialista. Mas ele mesmo admite que o tema é “controvertido”.
Ele admite que existe um “lobby” por parte de um grupo de países. Mas insiste em apontar para a gravidade do assunto. Na quarta-feira, 5, na apresentação de um novo informe ao lado da publicação inglesa Lancet, a OMS deixou claro que teme que países emergentes que estejam passando por uma fase de crescimento estão se descuidando da questão da obesidade.

A OMS não nega a dificuldade que enfrentam países que ao mesmo tempo contam com uma forte população de famintos e um problema cada vez maior de obesidade. Nos países ricos, 14% da população é considerada obesa ou fora do peso. Na América Latina e na África, essa taxa é ainda de 7%. Mas é a expansão no número de casos que assusta a OMS. “Em países emergentes que estão crescendo, estamos vendo uma transformação no sistema alimentar e nos hábitos e isso está tendo um impacto”, insistiu. O que também pesa é que, entre camadas da população com uma renda mais baixa, há uma clara opção por alimentos com forte dose de energia, mas nem sempre adequada. Isso também estaria criando a situação de países que ao mesmo tempo precisam lidar com a fome e a obesidade, numa mesma sociedade.

Diabetes: Esclarecimentos sobre Medicamento – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Diabetes: Esclarecimentos sobre Medicamento – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Recentemente a Merck divulgou um comunicado em função da divulgação de uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a a suspensão da importação dos produtos Glifage XR 500mg, Glucovance 250mg/1,25mg, Glucovance 500mg/2,5mg, Glucovance 500mg/5mg e Glucovance 1000mg/5mg fabricados pela empresa Merck Santé S.A.S., França, por não atender às exigências regulamentares da Agência.

O comunicado oficial enviado foi:

A resolução RE n° 1.736, de 14 de maio de 2013 da ANVISA determinou a suspensão da importação dos produtos Glifage XR 500mg, Glucovance 250mg/1,25mg, Glucovance 500mg/2,5mg, Glucovance 500mg/5mg e Glucovance 1000mg/5mg fabricados pela empresa Merck Santé S.A.S., França, por não atender às exigências regulamentares da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

A Merck S.A já informou à ANVISA de que não existe risco de desabastecimento do mercado interno, tampouco do programa Farmácia Popular, tendo em vista que os produtos Glifage XR e Glucovance, exceto o Glucovance 1000mg/5mg, são fabricados em suas instalações no Brasil. A unidade brasileira se encontra devidamente certificada pela ANVISA e, portanto, os produtos nela fabricados estão aptos a serem comercializados normalmente no mercado brasileiro.

A nota oficial está publicada no site da Anvisa.

Com intuito de esclarecer os pacientes, a SBEM Nacional, através de sua presidente, Dra. Nina Musolino, fez contato com a empresa que explicou que há registro na Anvisa tanto das medicações importadas da França como da medicação fabricada no Brasil. Segundo o as explicações dadas, há cerca de dois anos o Glifage XR e o Glucovance (exceto o Glucovance 1000mg/5mg) são fabricados no Brasil e, atualmente, o mercado ocupa apenas a medicação fabricada aqui sendo importado da França apenas o Glucovance 1000.
 
Segundo informações passadas pela Merck, não houve erro da Anvisa já que há o registro da medicação importada mas o mercado não será alterado pela proibição da importação já que o que é vendido aqui não é importado, exceto o Glucovance 1000mg/5mg. Mesmo este Glucovance que já esteja nas casas ou nas farmácias poderá ser consumido e comercializado apenas não será mais importado até a liberação da Agência.
 
A Dra. Rosane Kupfer, membro da diretoria da SBEM Nacional, explica que a notícia foi captada pela mídia leiga e gerou uma enorme preocupação pois trata-se da droga mais usada no tratamento do diabetes tipo 2. Além dsso é distribuída gratuitamente pelo SUS nas versões de liberação rápida e de liberação lenta. A companhia responsável pela fabricação rapidamente esclareceu que a droga usada no Brasil, com exceção do Glucovance 1000mg/5mg, é fabricada aqui mesmo, dentro das normas da Anvisa e portanto não haverá desabastecimento. “Creio que é fundamento a divulgação desta informação aos pacientes para que não se crie um pânico desnecessário. Ao mesmo tempo vamos monitorar os acontecimentos”, disse a médica.

Pesquisa diz que um refrigerante por dia aumenta risco de diabetes – Notícias – UOL Notícias

Pesquisa diz que um refrigerante por dia aumenta risco de diabetes – Notícias – UOL Notícias.

Beber uma ou mais latas de refrigerantes por dia aumenta o risco de diabetes na vida adulta, de acordo com um estudo europeu publicado na revista britânica Diabetologia.

A pesquisa parece confirmar estudos americanos sobre o mesmo tema.

De acordo com seus coordenadores, do Imperial College London, quem bebe uma lata por dia de refrigerante sem ser diet tem um risco de desenvolver diabetes 20% maior do que quem consome uma lata ou menos por mês.

“E para cada lata de refrigerante que um indivíduo bebe por dia, o risco de diabetes aumenta mais”, disse à BBC a pesquisadora Dora Romaguera, do Imperial College London.

A pesquisa foi realizada a partir de dados coletados no Reino Unido, Alemanha, Dinamarca, Itália, Espanha, Suécia, França e Holanda. Nela, cerca de 350.000 pessoas foram questionadas sobre sua dieta.

“Dado o aumento do consumo dessas bebidas na Europa, concluímos que é preciso dar à população informações claras sobre os seus efeitos sobre a saúde”, conclui a pesquisa, que indica que o consumo de suco de frutas não tem o mesmo efeito o de refrigerante com açúcar.

Calorias

Matthew Hobbs, diretor de pesquisas da organização Diabetes UK, ressalta que a ligação entre refrigerantes e diabetes tipo 2 é observada mesmo quando o índice de massa corporal é levado em conta. Ou seja, o risco de desenvolver diabetes é maior mesmo em pessoas magras que consomem uma lata diária de refrigerante.

Segundo Hobbs, isso sugere que esse risco não estaria ligado ao fato de que quem consome a bebida estar ingerindo muitas calorias, embora mais estudos sejam necessários para comprovar isso.

“De qualquer forma, recomendamos um limite no consumo de alimentos e bebidas açucarados porque, por serem ricos em calorias, eles podem levar a um ganho de peso. E sabemos que a manutenção de um peso saudável é muito importante para se evitar a diabetes tipo 2″, diz Hobbs.

Patrick Wolfe, da University College London, enfatiza que os refrigerantes açucarados são apenas um entre muitos outros fatores de risco para a diabetes tipo 2.

“Mas já que esse é um risco que podemos facilmente eliminar – trocando os refrigerantes com açúcar por refrigerantes diet ou, melhor ainda, cortando os refrigerantes de nossa dieta, faz sentido fazer isso”, opina.

viaPesquisa diz que um refrigerante por dia aumenta risco de diabetes – Notícias – UOL Notícias.

Deficiência de Vitamina D

O que é deficiência de vitamina D?

Isso ocorre quando os níveis de vitamina D no corpo estão insuficientes. A deficiência de vitamina D deve ser tratada, porque ela é necessária para a absorção de cálcio e outras funções importantes no corpo.

As pessoas que não têm níveis adequados de vitamina D podem ter:

  • ossos fracos, que podem sofrer fraturas com maior facilidade ou mudar o formato
  • fraqueza muscular, levando a maior risco de queda

Há um exame para identificar a deficiência de vitamina D?

Sim. Há um exame de sangue que mede o nível de vitamina D. As pessoas com maior risco de deficiência de vitamina D são aquelas que:

  • passam a maior parte do seu tempo dentro de casa ou de ambientes fechados.
  • têm problemas médicos (como a Doença Celíaca) que podem reduzir a absorção de vitamina D
  • têm osteoporose, que é uma doença que causa ossos fracos
  • apresentam fraturas ósseas com facilidade, como após uma queda simples

Quais são os alimentos que contêm vitamina D?

Os alimentos e bebidas que contêm uma grande quantidade de vitamina D incluem:

  • Leite, suco de laranja ou iogurte com adição de vitamina D
  • Salmão
  • Atum enlatado
  • Cereais com adição de vitamina D
  • Óleo de fígado de peixe

Nosso corpo é preparado para produzir vitamina D quando exposto ao sol.

O que são suplementos?

Suplementos são comprimidos, cápsulas ou líquidos que tenham nutrientes. Os suplementos podem constituir em uma outra forma de se obter vitamina D.

Há necessidade de usar suplementos que contenham vitamina D?

Recomenda-se a ingestão de 800 Unidades Internacionais de Vitamina D ao dia. As pessoas que não consumam alimentos ricos em vitamina D diariamente e que não se expoem ao sol podem precisar de suplementos de vitamina D.

O médico pode orientar a melhor forma de se usar o suplemento e a dose adequada de vitamina D ao dia.

A vitamina D não pode ser ingerida em excesso. Nessa situação, ela também pode trazer riscos à saúde.

Muito Além do Peso

Muito Além do Peso.

Esse documentário é excelente e mostra a situação grave que estamos enfrentando do aumento da prevalência da obesidade na infância.

Essas crianças serão adultos obesos, terão uma expectativa de vida menor e muitos problemas de saúde associados.

Toda a sociedade e os órgãos públicos deveriam se envolver nessa batalha contra a obesidade infantil.

Estimulando a Atividade Física – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Estimulando a Atividade Física – Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

 

Estimulando a Atividade Física

Não é de hoje que o aumento no número de casos de obesidade está em discussão entre as sociedades médicas de todo o mundo. A cada ano que passa se torna mais evidente que é necessário conscientizar a população e tornar a atividades física parte da rotina diária.

No Brasil, por exemplo, quase metade da população está acima do peso (48,5%), sendo que dessa taxa, a prevalência maior é entre os homens, que apresentam um índice de 52,6%, entre as mulheres essa tava é de 44,7%. Os dados são de uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde em 2012.

Mas apesar desta necessidade de se exercitar, muitas pessoas têm dificuldade em começar uma atividade física ou até mesmo se identificar com alguma delas. Pensando nisso, empresas e organizações em todo o mundo começaram a utilizar o espaço publicitário como forma de estimular hábitos de vida mais saudáveis, de forma interativa e divertida.

Um bom exemplo foi a ação feita pela Volkswagen na Suécia, com a campanha The Fun Theory (Teoria da Diversão), com a qual a empresa conseguiu estimular as pessoas que passavam por uma estação de metrô a usarem as escadas convencionais ao invés da rolante de uma maneira bem divertida: ela transformou a escada em um grande piano, onde cada degrau era uma tecla.

Inspirado nessa ação, o Projeto SESC Verão 2013 trouxe a atividade para o Brasil, na Grande São Paulo, em uma estação de trem de Osasco. Os 42 degraus do local também foram adaptados e transformados em teclas de piano. Confira nos vídeos o resultado das ações:

Outras duas campanhas também seguem o estilo exercício com diversão. Na praia de Icaraí, Niterói, foram montadas duas pick-ups gigantes de DJ, onde os frequentadores moviam os vinis como esteiras de uma academia para criar diferentes músicas. No final da brincadeira, foi exibida a mensagem: “Vocês perderam 2.000 calorias”. Esse mesmo conceito foi utilizado na França, mas dessa vez o público presente tinha que usar bicicletas ergométricas para conseguir ver a mensagem no final da projeção. Confira nos vídeos a seguir.

Seguindo a mensagem que cada uma dessas campanhas quer passar, o mais importante é se divertir enquanto pratica sua atividade física favorita, seja de uma simples caminhada ou pelada na beira do mar, ou uma série pesada na academia. O importante é se sentir bem. E você, o que faz para estimular sua atividade física?

Menopausa

O que é menopausa?

A menopausa é o nome que se dá ao momento em que a mulher deixa de ter a menstruação. O que acontece nessa fase é que os ovários deixam de produzir os hormônios estrógeno e progesterona. A menopausa geralmente ocorre entre 45 e 55 anos; a idade média da ocorrência da menopausa é 51 anos.

Como saber se a menopausa está próxima?

A maioria das mulheres começa a se preocupar com a menopausa quando há alguma alteração no ciclo menstrual. As alterações que comumente podem ser encontradas são:

  • Ciclos menstruais mais ou menos frequentes que habitualmente acontecia (por exemplo, a cada 5 ou 6 semanas em vez de a cada 4 semanas)
  • Sangramentos que duram menos dias
  • Irregularidade menstrual, com falha de um ou mais ciclos
  • Sintomas de menopausa, como ondas de calor

No caso de mulheres que foram submetidas a cirurgia de retirada do útero (histerectomia), pode ser mais difícil identificar a menopausa. As alterações menstruais não estarão presentes; mas podem haver os sintomas clínicos.

Se os ovários tiverem sido removidos, acontece uma “menopausa cirúrgica”. Nesse caso, a menopausa ocorre de forma precoce, porque não haverá mais os ovários para produzir os hormônios estrógeno e progesterona.

Quais são os sintomas da menopausa?

Algumas mulheres passam pela menopausa sem que apresentem nenhum sintoma além da interrupção dos ciclos menstruais. Mas muitas mulheres apresentam um ou mais dos sintomas a seguir:

  • Ondas de calor – calor e transpiração que geralmente se inicia no tórax e na face e se espalha para todo o corpo. Geralmente essas ondas de calor começam a aparecer antes mesmo da interrupção completa dos ciclos menstruais.
  • Transpiração noturna – quando as ondas de calor ocorrem durante o sono, elas são chamadas de “sudorese noturna”. Ela pode dificultar que a mulher tenha um sono de boa qualidade durante a noite.
  • Problemas para dormir – durante a transição para a menopausa, algumas mulheres podem ter dificuldade para pegar no sono ou podem ter insônia de madrugada. Esse problema pode acontecer independentemente das ondas de calor noturnas.
  • Secura vaginal – a menopausa pode levar ao ressecamento da mucosa da vagina e das regiões próximas, além de atrofia da pele. Esse ressecamento vaginal pode tornar a relação sexual dolorosa e desconfortável.
  • Depressão – durante a transição para a menopausa, algumas mulheres podem apresentar sintomas de depressão; esse problema é mais frequente nas mulheres que já tiverem um histórico de depressão previamente. Os sintomas de depressão incluem:
  1. Tristeza
  2. Perda do interesse nas coisas ou na realização das tarefas habituais
  3. Aumento ou redução do sono
  • Problemas de concentração ou de memória – podem ser decorrentes da falta de um descanso adequado à noite ou pela falta de estrógeno. Alguns estudos têm demonstrado que o estrógeno tem importância para um funcionamento cerebral adequado.

Quando procurar um médico?

Se começar a haver alteração no ciclo menstrual e a mulher tiver 45 anos ou mais, deve-se pensar em menopausa e um médico deve ser consultado. Se houver sintomas que estejam incomodando, deve-se sempre procurar o médico para discutir a questão.

Deve-se procurar um médico se:

  • houver sangramentos a intervalos menores que a cada 3 semanas
  • houver intensificação do fluxo menstrual
  • houver pequenos sangramentos entre os ciclos
  • a mulher já estiver na menopausa e começar a apresentar sangramentos novamente, mesmo que em pequena quantidade

Há um exame para identificar a menopausa?

Há um exame que pode sugerir fortemente a menopausa. Ele é pedido com maior frequência no caso de mulheres mais jovens e já com suspeita de uma menopausa precoce.

Pode-se engravidar?

Enquanto houver ciclos menstruais, mesmo que a frequência esteja reduzida, pode-se engravidar. Se não houver desejo de uma gestação, deve-se usar um método contraceptivo. Se houver interrupção dos ciclos por mais de 1 ano, provavelmente não há mais risco de gravidez.

Como são tratados os sintomas da menopausa?

Os tratamentos incluem:

  • Hormônios – o estrógeno é o tratamento mais efetivo para os sintomas da menopausa. As mulheres que fazer uso do estrógeno, frequentemente, necessitam usar outro hormônio concomitante, que é a progesterona. Embora esses hormônios sejam muito efetivos, eles podem levar a outros problemas e efeitos colaterais. Deve-se sempre conversar com o médico para discutir o uso de tratamentos hormonais pós menopausa.
  • Antidepressivos – eles melhoram as ondas de calor e os sintomas depressivos.

Como cuidar dos ossos após a menopausa?

  • Fazer uso de suplementos de cálcio e vitamina D
  • Manter-se ativa (os exercícios ajudam no fortalecimento ósseo)
  • Em alguns casos, podem estar indicados medicamentos que ajudem na formação óssea.

Cirurgia bariátrica

O que é cirurgia bariátrica?

A cirurgia bariátrica inclui várias técnicas cirúrgicas diferentes com o mesmo objetivo de reduzir o tamanho do estômago. Os dois procedimentos mais comuns são a banda gástrica e a cirurgia em Y de Roux. O objetivo da cirurgia é fazer com que a pessoa se sinta satisfeita mais rápido, coma menos e perca peso.

O que é a banda gástrica?

Uma banda de silicone é colocada ao redor da porção superior do estômago. O médico pode ajustar a banda após a cirurgia para controlar a redução de peso.

O que é Y de Roux?

Cria-se um desvio do estômago com o intestino, o que faz com que se reduza o trajeto do alimento pelo intestino delgado. Isso leva a menor absorção de calorias dos alimentos, levando a perda de peso.

Quem pode se submeter a cirurgia bariátrica?

Pessoas com índice de massa corporal (IMC) de 40 kg/m2 ou maior, ou pessoas com o IMC acima de 35 com outra patologia associada, como diabetes, e que não conseguiram redução de peso de outras formas.

Pode-se comer normalmente após a cirurgia?

Há recomendações estritas que devem ser seguidas após o cirurgia bariátrica no que diz respeito à alimentação. Não se conseguirá comer como se comia antes da cirurgia, mas a fome estará bem menor também.

Hirsutismo

O que é hirsutismo?

Hirsutismo é o termo médico para o excesso de pelos no corpo da mulher. Os pelos são escuros e grossos e crescem em locais em que apenas homens deveriam ter pelos grossos e escuros. Esses locais incluem a área acima dos lábios, queixo, região lateral da face, tórax, costas, abdome. O hirsutismo é comum. Ele afeta cerca de 1 em cada 10 mulheres em idade fértil.

O que causa o hirsutismo?

Muitas mulheres têm aumento da quantidade de pelos corporais devido aos antecedentes familiares. Nesses casos, embora possam trazer desconforto, não são decorrentes de alterações hormonais. Outras mulheres apresentam hirsutismo devido a elevação dos níveis de hormônios masculinos, chamados andrógenos. A testosterona é o andrógeno mais importante e seus níveis são elevados nos homens; mas as mulheres costumam ter níveis muito mais baixos.

A disfunção que mais frequentemente causa elevação dos níveis de andrógenos nas mulheres é a Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). Essa disfunção também pode causar alteração do ciclo menstrual, ganho de peso, acne e outros sintomas.

Há doenças mais graves que também cursam com o hirsutismo: tumores dos ovários ou das adrenais; mas felizmente essas doenças são muito raras.

Quais são os sintomas que podem aparecer?

Outros sintomas da SOP são:

  • Irregularidade menstrual
  • Acne
  • Queda de cabelos
  • Ganho de peso ou obesidade

Quando procurar um médico?

  • Quando o hirsutismo aparece de repente ou piora rapidamente
  • Quando houver suspeita de SOP
  • Quando estiver incomodada pelo excesso de pelos e quiser um tratamento

Há exames que devem ser feitos?

Os exames para avaliação podem variar de acordo com a idade, sintomas associados e situação individual.

Alguns exames possíveis são:

  • Exames de sangue para verificar os níveis hormonais
  • Ultrassonografia pélvica para avaliar o útero e os ovários
  • Outros exames de imagem, como tomografia ou ressonância, quando houver suspeita de um tumor

Há algum tratamento?

Sim. Se houver sobrepeso ou obesidade, a redução do peso pode melhorar os níveis dos andróginos e melhorar os sintomas. A redução de apenas 5% do peso já é de grande ajuda.

Como se trata o hirsutismo?

Isso depende da causa e dos sintomas. Alguns tratamentos possíveis incluem:

  • Anticoncepcional oral: tratamento mais comum; ajuda a regularizar o ciclo menstrual e a melhorar os níveis hormonais.
  • Medicamentos chamados anti-androgênicos, que reduzem os níveis dos andróginos ou bloqueia a sua ação no organismo.
  • Remoção ou clareamento dos pelos.

Hipertireoidismo

O que é hipertireoidismo?

O hipertireoidismo é uma doença que pode fazer com que a pessoa tenha tremores e sinta-se ansiosa e cansada.

A causa mais comum de hipertireoidismo é a doença de Graves.

A tireóide é uma glândula localizada na parte anterior do pescoço. Ela produz hormônio tireoidiano, que é importante para controlar o gasto energético do corpo.

O hipertireoidismo é o nome dado ao excesso de hormônio tireoidiano no corpo.

Quais são os sintomas de hipertireoidismo?

Algumas pessoas com hipertireoidismo não referem sintomas.

Quando há sintomas, eles podem incluir:

  • Ansiedade, irritabilidade, insônia
  • Fraqueza muscular (especialmente em braços e pernas, o que pode dificultar pegar coisas pesadas ou subir escadas)
  • Tremores
  • Transpiração excessiva e intolerância a ambientes muito quentes
  • Aumento da frequência cardíaca
  • Cansaço
  • Perda de peso, mesmo comendo normalmente
  • Aumento da frequência de evacuações

O hipertireoidismo também pode causar um aumento no volume da parte anterior do pescoço que se chama bócio. Se a causa do hipertireoidismo for a doença de Graves, também pode-se notar os olhos mais proeminentes.

Nas mulheres, o hipertireoidismo pode levar a interrupção dos ciclos menstruais e dificultar engravidar. Nos homens, o hipertireoidismo pode levar a ginecomastia (aumento das mamas em homens) e levar a problemas sexuais. Essas alterações são resolvidas com o tratamento do hipertireoidismo.

Há exames para identificar o hipertireoidismo?

Há exames de sangue que identificam o hipertireoidismo. Se houver alteração no exame, outros exames de sangue ou complementares podem ser necessários.

Como se trata o hipertireoidismo?

O hipertireoidismo pode ser tratado com:

  • Medicamentos – Dois tipos de remédios podem ser utilizados:
  1. Drogas antitireoidianas: reduzem a quantidade de hormônio que a tireóide produz.
  2. Betabloqueadores: ajudam a controlar os sintomas do hipertireoidismo; eles melhoram o conforto clínico até que o desbalanço tireoidiano seja controlado.
  • Iodo radioativo – ele é ingerido e causa destruição da tireóide. Esse tratamento é contra-indicado em gestantes, porque pode haver destruição da tireóide do bebê também. A quantidade de radiação usada é pequena e é um tratamento seguro. Ele não aumenta a chance de câncer nem causa dificuldade para engravidar no futuro ou outros problemas em futuras gestações.
  • Cirurgia – a cirurgia pode ser feita para retirar parte ou a totalidade da tireóide. Ela está indicada em alguns casos específicos.

A maioria das pessoas que se submetem ao iodo radioativo ou à cirurgia, acabam evoluindo para hipotireoidismo, situação em que a tireóide não consegue mais produzir a quantidade necessária de hormônio tireoidiano. Nesses casos, há necessidade da reposição do hormônio através de medicamentos por toda a vida.

Se houver desejo de engravidar?

Deve-se sempre conversar com o médico antes de engravidar. É importante que os níveis de hormônio tireoidiano estejam normais antes da gestação. Além disso, depois do iodo radioativo, deve-se esperar, no mínimo, 6 meses para se programar uma gravidez.

Os níveis dos hormônios devem ser verificados com frequência durante a gestação; eles devem sempre ser mantidos em níveis normais para evitar problemas para a mãe e para o bebê.

Hormônios

O que é um hormônio?

O hormônio é uma molécula produzida em um órgão do corpo e que será secretada na corrente sanguínea e exercerá uma função em outro órgão, controlando a secreção de outros hormônios ou regulando funções específicas.

Endocrinologia

O que é Endocrinologia?

É uma especialidade médica que trata das glândulas endócrinas, produtoras de hormônios.

Quais são exemplos de problemas que são tratados pelo Endocrinologista?

Os hormônios secretados pelas glândulas endócrinas regulam várias funções do nosso corpo. Os distúrbios dessas funções que têm como causa as alterações hormonais são estudados e tratados pelo endocrinologista.

Os hormônios liberados pela glândula hipófise são importantes para regular o funcionamento de outras glândulas. Algumas alterações de hormônios hipofisários podem ter sintomas bem característicos, como o excesso de hormônio de crescimento (GH) que pode provocar o gigantismo ou a acromegalia.

O hormônio liberado pela tireóide interfere diretamente no metabolismo geral.

As suprarrenais segregam adrenalina, cortisol e outros hormônios importantes.

O pâncreas produz insulina, fundamental no controle do açúcar do sangue.

Os ovários e os testículos são glândulas responsáveis pela produção dos hormônios sexuais.

Outros órgãos do corpo podem ter função de secretar hormônios que atuarão em outros aspectos do metabolismo ou no controle de outras funções.

 

Uso de contraceptivo hormonal para interromper a menstruação

Quais são os benefícios da interrupção da menstruação?

A menstruação (ovulação seguida por sangramento) não é necessária para a mulher. Atualmente, as mulheres tendem a
apresentar mais ciclos menstruais do que as mulheres das gerações anteriores, devido ao início mais precoce da primeira menstruação, menor número de gestações, menor tempo de amamentação e menopausa mais tardia.

Alguns benefícios da interrupção da menstruação:

  • Redução do risco de câncer de ovário e de câncer de endométrio (camada interna do útero)
  • Melhora das cólicas menstruais
  • Prevenção e tratamento de sangramentos menstruais abundantes, inclusive prevenindo anemia
  • Melhora do quadro de dor que acompanha a endometriose
  • Prevenção da enxaqueca que acompanha as menstruações
  • Melhora dos sintomas relacionados à tensão pré-menstrual
  • Conveniência em situações de férias, trabalho, etc.

Quais são as medicações que podem ser usadas para interromper a menstruação?

Contraceptivos hormonais podem ser usados para reduzir ou eliminar a menstruação.

Em contraste aos procedimentos cirúrgicos, como a histerectomia (retirada do útero), o tratamento medicamentoso não é permanente e a mulher poderá ter filhos no futuro.

Algumas opções de medicamentos:

  • Anticoncepcionais com estrógeno e progesterona, que podem ser usados por via oral, transdérmica (através da pele, por adesivos) ou anel vaginal.
  • Contraceptivo intra-uterino (DIU) com um tipo de progesterona (levonorgestrel)
  • Injeções de um tipo de progesterona de longa duração (acetato de medroxiprogesterona)

Evita-se o uso contínuo de anticoncepcional oral com estrógeno e progesterona para mulheres com contra-indicação ao uso de doses contraceptivas de estrógeno, como mulheres com mais de 35 anos que fumam ou são obesas ou com antecedente de doenças que possam ser agravadas pelo uso do estrógeno.

Não se esqueça de sempre consultar seu médico para maiores detalhes sobre os tratamentos e para saber se não há nenhuma contra-indicação ao uso de qualquer medicação.

Ciclo menstrual

Quanto dura o ciclo menstrual?

São vários os hormônios envolvidos no ciclo menstrual, sendo alguns produzidos pelos ovários e outros produzidos pela hipófise (glândula localizada no cérebro). Existe uma sequência de estimulação entre eles, que favorecem o crescimento do endométrio (camada que recobre a parte interna do útero e que descama durante a menstruação) e o crescimento de folículos ovulatórios. Os folículos estimulados produzirão hormônios e haverá a liberação de um ou mais óvulos, no processo chamado ovulação.

Caso não haja fecundação do óvulo, ou seja, caso a mulher não engravide, ela irá menstruar. Esse período completo de uma menstruação até a outra é chamado ciclo menstrual. Convencionou-se considerar o dia em que a mulher menstrua como o primeiro dia do ciclo menstrual.

Nas mulheres adultas, o ciclo menstrual dura, em média, de 28 a 35 dias. A fase inicial do ciclo até que ocorra a ovulação geralmente dura de 14 a 21 dias e é chamada de fase folicular. Ela é mais variável do que a segunda fase do ciclo, que é a fase depois que ocorre a ovulação e que dura até que ocorra a menstruação. Essa tem uma duração mais fixa, que, em geral, é de 14 dias. Essa segunda fase é chamada de fase lútea.

Durante a adolescência, por alguns anos após a primeira menstruação, os ciclos menstruais podem ser mais variáveis, mais irregulares. Volta a haver variação do ciclo menstrual quando a mulher está se aproximando da época da menopausa.

Como ocorre a ovulação?

Logo depois que a mulher menstrua, na fase inicial do ciclo menstrual, os hormônios produzidos pelos ovários (estradiol e progesterona) estão em níveis muito baixos. O endométrio (após a descamação da menstruação) fica bem fino.

Aos poucos, vai havendo aumento de um hormônio produzido pela hipófise chamado FSH. O FSH vai estimulando alguns folículos nos ovários e a produção de estradiol (um dos hormônios femininos). O estradiol em quantidades crescentes estimula a proliferação do endométrio (camada que irá sair durante a menstruação). O estradiol também altera o muco que fica no colo do útero e na vagina; muitas mulheres conseguem notar essa mudança no muco e conseguem definir o período de ovulação. Nessa fase, a ovulação se aproxima. Geralmente apenas um folículo ficou dominante nos ovários e apenas ele irá crescer até liberar o óvulo. Os outros que tinham sido estimulados irão regredir.

O estradiol aumenta mais e apresenta um pico mais elevado, que, por sua vez, estimula um pico de um outro hormônio produzido pela hipófise, que é o LH. Esse aumento do LH ajuda no término do desenvolvimento do óvulo, que será, então, liberado cerca de 36 horas após o pico do LH. Essa é a ovulação. O óvulo vai migrar pela tuba uterina (ou tuba de falópio) até a cavidade uterina.

O folículo que liberou o óvulo produz progesterona, que é um hormônio muito importante para manter o endométrio pronto para receber o ovo (que é o óvulo fecundado pelo espermatozóide).

Se a mulher engravidar (houver fecundação do óvulo), o ovo será implantado no endométrio e vai produzir um hormônio chamado hCG, que mantém a produção de progesterona pelo ovário. Quando não há gravidez, os níveis de estradiol e de progesterona caem. Isso leva a que o endométrio não se mantenha mais e descame na menstruação.

A partir daí, dá-se início um novo ciclo menstrual.

Menopausa precoce (falência ovariana prematura)

O que é menopausa precoce?

Menopausa é a interrupção natural dos ciclos menstruais na vida da mulher. Ela geralmente ocorre entre 45 e 55 anos. Mas em algumas mulheres, a menopausa pode ocorrer mais precocemente – antes dos 40 anos.

Algumas mulheres podem continuar tendo sangramentos menstruais esporadicamente.

O que causa a menopausa precoce?

Ela acontece quando os ovários param de funcionar normalmente. Geralmente, os ovários liberam um óvulo uma vez por mês, que ocorre durante a ovulação. Nas mulheres com menopausa precoce, os ovários ficam sem óvulos para serem liberados. Então, os ovários podem começar a liberar os óvulos com menor frequência ou parar completamente de liberar os óvulos.

Por que os ovários param de funcionar?

Na maioria dos casos, não se consegue identificar a causa da menopausa precoce. Em algumas mulheres, as causas incluem:

  • alterações genéticas
  • tratamentos médicos para outras doenças, como câncer
  • doenças autoimunes, nas quais o corpo produz anticorpos que atacam os próprios ovários

Quais são os sintomas da menopausa precoce?

A primeira coisa que a maioria das mulheres nota é a redução dos ciclos menstruais, que ficam menos frequentes ou em menor quantidade. Outros sintomas que podem aparecer:

  • Ondas de calor
  • Aumento de transpiração durante a noite
  • Redução da lubrificação vaginal
  • Dor ou desconforto durante o ato sexual
  • Dificuldade para dormir

Outros sintomas que devem ser notificados se ocorrerem

  • Fraqueza ou cansaço constantes
  • Perda espontânea de peso
  • Dores abdominais
  • Ânsia por sal
  • Escurecimento da pele, sem história de exposição ao sol

Deve-se procurar um médico?

Mulheres com menos de 40 anos e que estejam apresentando irregularidade menstrual por, pelo menos, 3 meses devem procurar um médico.

Há exames a serem realizados?

Os exames podem variar dependendo da idade, dos sintomas associados e da história individual.

Alguns exames habituais incluem:

  • teste de gravidez
  • exames hormonais
  • exames genéticos: se os exames hormonais confirmarem menopausa precoce, podem ser necessários exames para verificar os cromossomos.

Como se trata a menopausa precoce?

Depende do que estiver causando a alteração. Mas o tratamento mais comum é feito com a reposição dos hormônios, como estrogênio. Os hormônios ajudam a reduzir os sintomas, especialmente os calores e a transpiração noturna. Eles também ajudam a proteger os ossos. A reposição geralmente é feita até, pelo menos, os 50 anos.

Hiperprolactinemia

O que é hiperprolactinemia?

Hiperprolactinemia é o nome dado a níveis elevados do hormônio Prolactina. A prolactina é produzida pela hipófise, que é uma glândula localizada na base do cérebro. A função principal da prolactina é estimular a produção de leite pelas mamas após o parto. Então, é normal encontrarmos níveis elevados de prolactina no sangue durante a gravidez e no período de amamentação.

Fora desses condições, a elevação dos níveis de prolactina podem acontecer devido ao uso de alguns remédios ou devido a algumas doenças. Uma das principais causas é um tumor da hipófise que produz prolactina e se chama prolactinoma. Esse tumor geralmente é benigno e é mais comum em mulheres.

Quais são os efeitos do aumento de prolactina?

A prolactina leva a uma redução dos níveis dos hormônios sexuais (estrógeno e testosterona) tanto em homens quanto em mulheres. Essas alterações hormonais podem levar a disfunções sexuais e menstruais, com infertilidade, redução do desejo sexual e perda óssea.

Além disso, as mulheres podem apresentar:

  • Irregularidade menstrual ou ausência dos ciclos menstruais
  • Ressecamento vaginal, podendo resultar em dor durante o ato sexual
  • Presença de leite nas mamas fora da gestação ou do aleitamento

Os homens podem apresentar:

  • Disfunção eréctil
  • Redução da massa muscular e dos pelos do corpo

As pessoas com grandes prolactinomas podem apresentar dores de cabeça e problemas visuais.

Como se identifica a hiperprolactinemia?

Os médicos podem solicitar exames que quantificam a prolactina no sangue. Para a maioria das pessoas, um nível de prolactina abaixo de 25 μg/L (microgramas por litro) é normal, e acima de 25 é elevado. Um nível de prolactina acima de 250 μg/L geralmente indica um prolactinoma. Entretanto, alguns remédios podem causar grandes aumentos nos níveis de prolactina.

Outros exames devem ser solicitados para identificar a causa da hiperprolactinemia. Uma das causas é diminuição da atividade da tireóide (hipotireoidismo); então devem ser solicitadas as dosagens dos hormônios tireoidianos. Se houver a suspeita de um tumor da hipófise, solicita-se uma RNM (ressonância nuclear magnética) da hipófise.

Deve-se também descartar gestação, se a paciente for uma mulher em idade fértil. Doenças renais e do fígado também devem ser descartadas, além de uma história cuidadosa sobre uso de medicamentos. Vários medicamentos podem aumentar a prolactina: estrógeno, alguns analgésicos, metoclopramida, antidepressivos e outros medicamentos que agem no sistema nervoso, alguns remédios para tratar hipertensão arterial, entre outros.

Qual é o tratamento da hiperprolactinemia?

Algumas pessoas com hiperprolactinemia que não apresentam sintomas ou com poucos sintomas podem não precisar de tratamento.

O tratamento pode variar de acordo com a causa ou com os sintomas apresentados.

  • Prolactinoma: a etapa inicial é o uso de medicamentos que diminuem a produção da prolactina e reduzem o tamanho do tumor; os medicamentos geralmente utilizados são a cabergolina e a bromocriptina. Quando o medicamento não é eficaz ou quando há muitos efeitos colaterais, a cirurgia é considerada. Raramente, nem os medicamentos nem a cirurgia resolvem totalmente o problema. Nesses casos, o tratamento com radioterapia pode ser uma opção.
  • Hiperprolactinemia por uso de medicamentos: pode-se tentar suspender a medicação e observar os níveis de prolactina, mas APENAS se a medicação puder ser suspensa! O médico deve ser sempre consultado antes de qualquer tentativa. Em alguns casos, é possível tentar a substituição por outros medicamentos que não interfiram nos níveis de prolactina. Quando a medicação não puder ser interrompida ou substituída, pode-se fazer uso de cabergolina ou bromocriptina para reduzir a prolactina. Ou, em casos de infertilidade, redução do desejo sexual, redução da massa óssea, pode-se tentar o tratamento com estrógeno (em mulheres) ou testosterona (em homens).
  • Hipotireoidismo: tratamento específico com a reposição dos hormônios tireoidianos.

 

Ginecomastia – presença de mama em homens

O que é ginecomastia?

Ginecomastia é o termo médico para o aparecimento de mamas em meninos ou homens. Essa alteração pode causar constrangimento nos homens que apresentam o problema e pode, em alguns casos, causar desconforto ou dor. Por sorte, geralmente o problema se resolve sozinho, sem necessidade de intervenções. Mas se isso não acontecer ou se o desconforto for muito grande, há tratamentos que podem ajudar.

Quais são os sintomas da ginecomastia?

Os homens que apresentam crescimento do tecido mamário podem ter crescimento das duas mamas ou de apenas uma delas. Algumas vezes, nota-se dor ou uma maior sensibilidade ao toque ou compressão na região do mamilo.

Deve-se consultar um médico?

Um médico deve ser consultado se:

  • estiver havendo crescimento rápido da (s) mama (s)
  • a mama estiver grande ou saindo muito dos limites do mamilo
  • a região da mama estiver muito dolorida
  • o problema estiver causando grande preocupação ou constrangimento
  • se houver suspeita de outras alterações ou doenças associadas

Também deve-se procurar um médico se for um homem adulto e houver um abaulamento na região mamária, mas que seja mais lateral e não na região do mamilo. Isso pode ser um sinal de câncer de mama; é muito raro haver câncer de mama em homens, mas pode acontecer.

Há exames que devem ser feitos?

No exame clínico, pode-se conseguir identificar a presença de tecido mamário ou se se trata apenas de gordura. Mas algumas vezes podem ser necessários exames como a ultrassonografia de mamas ou até mesmo a mamografia. Também podem ser necessários alguns exames de sangue para verificar alguns hormônios e outros exames quando houver suspeita de outros problemas associados.

Como se trata a ginecomastia?

Há tratamentos variáveis que podem depender da causa, do tempo de aparecimento, dos sintomas de dor ou do desconforto causado. Mas geralmente não há necessidade de tratamento, porque o problema pode ser autolimitado e se resolver sozinho.

Em adolescentes, o crescimento das mamas é causado pelas alterações hormonais normais que acontecem nessa idade. Nesses casos, geralmente ocorre resolução espontânea, sem necessidade de tratamento. Em alguns casos de aumentos mais importantes das mamas ou em casos de dor ou desconforto, podem ser prescritos medicamentos que ajudam na resolução mais rápida.

Em homens adultos, o desenvolvimento das mamas geralmente é causado por um problema de saúde ou por uso de alguns medicamentos. Nesses casos, tratando a causa (a doença associada ou interrompendo a medicação), geralmente resolve-se a ginecomastia. Nos casos em que não se identifica a causa, pode-se tratar a ginecomastia com o uso de um remédio (tamoxifeno). Entretanto, quando a ginecomastia já é de longa duração (mais de um ano), o tamoxifeno por não resolver o problema. Nesses casos, a cirurgia pode ser indicada para redução das mamas.

Hipertireoidismo subclínico

O que é hipertireoidismo subclínico?

Hipertireoidismo é uma condição na qual há um excesso de hormônio da tireóide no corpo.

A glândula tireóide está localizada na porção anterior do pescoço. Ela produz hormônios que regulam a forma como o corpo usa energia. Se houver um excesso de hormônio tireoidiano, o funcionamento do organismo fica mais acelerado. O hipertireoidismo subclínico é uma forma leve de hipertireoidismo. “Subclínico” significa que a pessoa não tem sintomas ou que os sintomas são discretos.

Qual a causa do hipertireoidismo subclínico?

Vários problemas podem levar ao excesso de hormônio tireoidiano. A tireóide pode estar produzindo muito hormônio. Alguns tipos de vírus podem causar inflamação da tireóide; essa inflamação pode causar um aumento temporário dos hormônios tireoidianos.

Tomar uma dose alta de hormônio tireoidiano ou ingerir muito iodo na dieta também podem causar hipertireoidismo subclínico.

Algumas pessoas podem ter nódulos benignos da tireóide que podem também produzir uma quantidade excessiva de hormônio. Essa alteração é chamada bócio multinodular tóxico ou bócio uninodular tóxico.

Quem desenvolve hipertireoidismo subclínico?

Apenas cerca de 3 a 5 pessoas em cada 100 desenvolvem hipertireoidismo subclínico. É uma alteração mais comum em adultos mais velhos e em pessoas que vivem em áreas onde não há quantidade suficiente de iodo nos alimentos.

Quais são os sintomas?

Geralmente as pessoas com hipertireoidismo subclínico não apresentam sintomas. Se houver algum sintoma, pode ser um ou mais dos listados abaixo:

  • aceleração dos movimentos intestinais
  • fadiga ou sensação de cansaço
  • nervosismo
  • intolerância ao calor
  • aumento da transpiração
  • aumento do apetite
  • aceleração da frequência cardíaca
  • perda de peso
  • queda de cabelo
  • tremores das mãos
  • irregularidade menstrual
  • alteração do sono

Quanto maior o número de sintomas ou quanto mais importantes eles forem, torna-se mais provável o diagnóstico de hipertireoidismo.

Que problemas ele pode causar?

As pessoas com mais de 65 anos que apresentam hipertireoidismo subclínico têm um risco aumentado de desenvolver um tipo de arritmia cardíaca chamada fibrilação atrial. As mulheres que já estão na menopausa e têm hipertireoidismo subclínico podem ter maior perda óssea que outras mulheres menopausadas sem disfunção da tireóide.

Diabetes Tipo 2

O que é diabetes tipo 2?

O diabetes tipo 2 é uma doença que impede o uso do açúcar pelo organismo de forma correta.

Todas as células do seu corpo precisam de açúcar para funcionar normalmente. O açúcar entra nas células com a ajuda de um hormônio chamado insulina, que é produzido pelo pâncreas. Se não houver quantidade suficiente de insulina ou se o corpo não estiver respondendo adequadamente à insulina produzida, o nível de açúcar no sangue sobe. Isso é o que acontece nas pessoas com diabetes.

Há dois tipos diferentes de diabetes. No diabetes tipo 1, o problema é que o corpo pára de produzir insulina ou produz em quantidades muito pequenas. No diabetes tipo 2, o problema que ocorre pode ser:

  • as células do corpo não respondem à insulina
  • o corpo não produz a quantidade necessária de insulina
  • ambos

Quais são os sintomas do diabetes tipo 2?

Geralmente o diabetes tipo 2 não causa sintomas. Quando os sintomas aparecem, geralmente são:

  • necessidade de urinar com maior frequência
  • sede intensa
  • visão borrada ou turva

Se o diabetes tipo 2 raramente causa sintomas, por que ele deve causar preocupação?

Mesmo que o diabetes tipo 2 não faça com que a pessoa se sinta doente, ele pode causar vários problemas de saúde muito sérios com o passar dos anos, se não for tratado. Essa doença pode levar a:

  • doença cardíaca, como infarto
  • derrame
  • doença renal, que pode levar à necessidade de diálise
  • problemas de visão (ou até mesmo cegueira)
  • dor ou perda da sensibilidade nas mãos e nos pés
  • necessidade de amputação de dedos ou dos pés

Como posso saber se tenho diabetes tipo 2?

Para descobrir se você tem diabetes tipo 2, você deve fazer um exame de sangue solicitado pelo seu médico que meça a quantidade de açúcar no sangue.

Como é tratado o diabetes tipo 2?

Há alguns remédios que ajudam a controlar o açúcar do sangue. Algumas pessoas precisam tomar comprimidos que ajudam o corpo a produzir mais insulina ou que ajudam a insulina a funcionar melhor. Outras pessoas precisam de injeções de insulina.

Em muitas situações, as pessoas com diabetes tipo 2 precisam de outros medicamentos para diminuir os outros problemas causados pela doença. Por exemplo, os medicamentos utilizados para reduzir a pressão arterial podem diminuir os riscos de um infarto ou derrame.

Os remédios não são a única arma para tratar o diabetes. A manutenção de atividade física regular, a redução do peso, a alimentação saudável e a interrupção do tabagismo também ajudam as pessoas com diabetes a se manterem mais saudáveis.

O diabetes tipo 2 pode ser prevenido?

Sim, o diabetes tipo 2 pode ser prevenido.

Para reduzir as chances do desenvolvimento de diabetes tipo 2, a coisa mais importante a se fazer é controlar o peso. Se você já tiver a doença, a perda de peso pode levar a melhorar a saúde e o controle do açúcar no sangue. A prática de atividade física regular também ajuda a prevenir ou controlar a doença.

Síndrome dos Ovários Policísticos

O que é Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)?

É uma condição clínica que acontece nas mulheres e que pode levar à mulher apresentar irregularidade menstrual, acne (pele oleosa e espinhas), aumento de pelos no rosto ou queda de cabelos. Essa alteração também pode causar dificuldade para engravidar.

É uma alteração comum; cerca de 5% de todas as mulheres apresentam SOP.

O que causa SOP?

Nas mulheres com SOP, os ovários não funcionam muito bem.

Cerca de 1 vez por mês, os ovários devem produzir folículos, que produzem hormônios após o seu crescimento. Então, o folículo
libera um óvulo; esse processo se chama ovulação.

Entretanto, nas mulheres com SOP, os ovários produzem vários folículos pequenos em vez de um único folículo grande. Os níveis
hormonais ficam desregulados e a ovulação não ocorre todos os meses, como deveria acontecer.

Quais são os sintomas de SOP?

As mulheres com essa alteração podem apresentar:

  • Menos de 8 ciclos menstruais por ano
  • Ganho de peso e desenvolver obesidade
  • Crescimento de pelos grossos e escuros em lugares onde apenas homens tendem a apresentar pelos, como acima do lábio superior, queixo, tórax, abdome
  • Queda de cabelo
  • Acne (pele oleosa e espinhas na face)
  • Dificuldade para engravidar

Deve-se procurar um médico, mesmo que os sintomas sejam discretos?

Sim. As mulheres com SOP têm maior predisposição a apresentar outros problemas de saúde; entre eles:

  • Diabetes
  • Aumento nos níveis de colesterol
  • Doença cardíaca
  • Apnéia do sono (uma doença do sono que causa curtas interrupções da respiração enquanto a pessoa dorme)

Há exames que devem ser feitos?

O médico orienta sobre os exames que devem ser realizados baseados na idade, sintomas e situação individual. Podem ser solicitados:

  • Exames de sangue para avaliar os níveis hormonais, glicemia e colesterol
  • Teste de gravidez se houve falha de algum ciclo menstrual
  • Ultrassonografia pélvica

Como é tratada a SOP?

O tratamento mais comum é feito com anticoncepcional oral. A pílula anticoncepcional não cura a doença, mas melhora bastante os sintomas, além de proteger as mulheres com SOP do desenvolvimento de câncer do útero.

Outros tratamentos para os sintomas de SOP são:

  • Anti-androgênicos: esses medicamentos bloqueiam os hormônios que causam alguns dos sintomas de SOP.
  • Progestágeno: esse medicamento ajuda a regularizar os ciclos menstruais, mas apenas se for usado regularmente todos os meses. Ele também ajuda a reduzir o risco de câncer.
  • Metformina: esse medicamento pode ajudar a regularizar os ciclos menstruais, mas ele funciona apenas em cerca de metade das mulheres nas quais ele é usado. Em diabéticas, esse medicamento também ajuda a controlar
    a glicemia.
  • Cremes para a pele ou antibióticos quando há acne
  • Tratamento com laser ou eletrólise para remover o excesso de pelos.

Há algum cuidado adicional para ajudar a tratar a doença?

Sim. Se você tiver sobrepeso ou obesidade, perder peso pode ajudar a melhorar muitos dos sintomas. A redução de apenas 5% do peso corporal pode ajudar muito.

E se eu quiser engravidar?

Não perca as esperanças. A maioria das mulheres com SOP são capazes de engravidar, mas pode demorar um pouco mais. Se estiver acima do peso, perder peso pode ajudar a regularizar os ciclos menstruais e aumenta as chances de engravidar. Se houver perda de peso, mas os ciclos menstruais continuarem irregulares, o médico pode prescrever medicamentos capazes de
estimular a ovulação e aumentar as chances de engravidar.

Como minha vida será?

As mulheres com SOP levam uma vida normal.

Mas é importante consultar um médico. Os tratamentos ajudam a melhorar os sintomas e a proteger de outras doenças.

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